odiando tuas canecas
de
porcelana,
maldizendo seus amigos
e
seus novos costumes.
Rasgando tua foto,
criando um mundo,
correndo do escuro, vivendo
sozinha.
Eu sou a ânsia por um
telefonema, a lágrima no
travesseiro. A covardia, o
egoísmo, a dúvida -sem se poder
duvidar de mais nada.
De vez em quando
eu sou euforia,
entusiasmo. E consigo
quase
ser felicidade.
Eu sou a contraditoriedade...
Falando de você para
te
fazer presente, te odiando
-o tal autoprotecionismo emocional-,
tentando extrair algum aroma de suas
coisas, sabendo que
só conseguirei sentir cheiro de
mofo.
...porque eu te abandonei há quatro meses,
e você deixou de me amar- amar?- há mais de
dois.
porcelana,
maldizendo seus amigos
e
seus novos costumes.
Rasgando tua foto,
criando um mundo,
correndo do escuro, vivendo
sozinha.
Eu sou a ânsia por um
telefonema, a lágrima no
travesseiro. A covardia, o
egoísmo, a dúvida -sem se poder
duvidar de mais nada.
De vez em quando
eu sou euforia,
entusiasmo. E consigo
quase
ser felicidade.
Eu sou a contraditoriedade...
Falando de você para
te
fazer presente, te odiando
-o tal autoprotecionismo emocional-,
tentando extrair algum aroma de suas
coisas, sabendo que
só conseguirei sentir cheiro de
mofo.
...porque eu te abandonei há quatro meses,
e você deixou de me amar- amar?- há mais de
dois.

Me encontro em seus poemas. Incrivel. Lindo.
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