quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Uma e vinte e sete, para mim, são quase duas. Até tomar banho e limpar dois alfinetes são duas horas e eu não quero dormir porque este é o momento mágico em que olho para ele e nossos teclados de computador complementam um ao outro e isto soa como amor. Esta é a hora em que o olho, de frente para a televisão, e ele está falando mal do Caetano e, puta merda, como consegue ficar lindo usando moletom verde e chinelo laranja! O final da noite é o começo do encanto. Nenhum ruído, além dos teclados de computador e a televisão. Isto é o suficiente por hoje e agora são uma e trinta e sete.
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